Ainda existe gestor que pergunta: "para que investir tanto em marketing se isso não traz cliente fiel diretamente?"
Essa pergunta já nasceu velha.
Volte alguns anos, quando marca não precisava de rede social, e-mail marketing ou presença digital para sobreviver. Esse mundo acabou. Hoje, se sua empresa não tem redes sociais ativas, e-mail estruturado ou e-commerce funcional, você não está economizando — está deixando dinheiro na mesa.
E o motivo é simples: a jornada de compra mudou completamente.
Hoje o cliente identifica uma necessidade, pesquisa no Google, checa Reclame Aqui, compara opções online e offline — e só depois disso entra no seu site ou visita sua loja física.
Ou seja: antes de você conhecer o cliente, ele já te conheceu, te pesquisou e te julgou. Se sua presença digital é fraca ou inexistente, você já perdeu essa venda antes mesmo de saber que ela existiu.
E o argumento do custo não se sustenta. Marketing digital e comunicação bem feita têm custo baixo comparado a outros investimentos do negócio — e retorno desproporcionalmente maior quando bem executados.
O problema não é falta de verba. É falta de prioridade.
Aqui vai o recado direto: marketing e comunicação não são departamentos de apoio. São parte da gestão estratégica do negócio, no mesmo nível de importância que fluxo de caixa e operação.
Se sua empresa ainda trata isso como acessório, está competindo com uma mão amarrada nas costas — enquanto o concorrente que investiu está sendo encontrado, comparado e escolhido primeiro.
Ação prática para essa semana: mapeie a jornada do seu cliente do jeito que ela realmente acontece hoje — pesquisa, comparação, decisão. Depois pergunte: em qual desses pontos a minha empresa está ausente ou fraca?
Comenta: sua empresa já trata marketing como estratégia central, ou ainda como "coisa que sobra depois que o resto está resolvido"?

